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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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A ILUSÃO ÓPTICA QUE FAZ OCEANO ÍNDICO DESAPARECER

Mäyjo, 29.06.15

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A depressão das Maurícias

COMO SERÁ O CLIMA DA TERRA EM 2100?

Mäyjo, 29.06.15

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Bem-vindo a 2100.

A concentração de dióxido de carbono (CO2) é de 935 partes por milhão (ppm) e gás corresponde agora a 0,1% da atmosfera terrestre. Este é o cenário traçado pela NASA para 2100, baseado no ritmo actual de emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera.

Na passada semana, a NASA divulgou um mapa interactivo – no total são 11 terabytes de informação sobre o aquecimento global e tendências climáticas – onde prevê como será a temperatura nas mais diversas regiões do globo no final do século.

De acordo com o mapa divulgado, 2100 será quente, muito quente. As previsões foram feitas através de dados internos da NASA, onde se incluem registos históricos e modelos climáticos capazes de prever o clima até ao final do corrente século.

Os dados estão hospedados no NEX (NASA Earth Exchange), uma grande plataforma de investigação de dados inserida no Centro Avançado de Supercomputação da NASA, na Califórnia. A informação indica as alterações projectadas para diversas regiões do globo em resposta aos níveis crescentes de CO2 na atmosfera e podem ser vistos numa escala temporal diária para cidades específicas.

De acordo com a informação disponibilizada e com o mapa interactivo, escreve o Daily Mail, se no final do século a concentração de CO2 na atmosfera aumentar para mais que o dobro – atingir mais de 900 ppm, sendo que atualmente está nos 400 ppm – grande parte da África, América do Sul e Índia vai experienciar temperaturas máximas diárias de mais de 45°C. Cidades como Jerusalém, Nova Iorque, Los Angeles ou Bombaim podem ver as temperaturas de verão atingir também estes valores. Londres poderá experienciar temperaturas acima dos 25°C em Paris as temperaturas no verão poderão ultrapassar os 30°C.

Num cenário onde a concentração de CO2 aumentasse para mais que o dobro, as temperaturas diárias de verão em Lisboa e no Porto podem oscilar entre os 30°C e os 35°C. Já no interior do país e em grande parte do Alentejo, as temperaturas de verão ultrapassariam os 40°C.

Foto: NASA

RISCOS HÍDRICOS CUSTAM MILHARES DE MILHÕES POR ANO

Mäyjo, 29.06.15

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As cheias, secas, alterações climáticas e falta de investimento em infra-estruturas seguras de abastecimento de água custam milhares de milhões de dólares à economia global todos os anos. Esta é uma das conclusões de um relatório da Universidade de Oxford sobre riscos hídricos, apresentado durante o Fórum Mundial da Água, que decorreu durante esta semana em Daegu e Gyeongbuk, na Coreia do Sul.

Analisando vários fenómenos que interferem com o fornecimento de água potável, o estudo reforça que os países cuja economia depende intensamente da agricultura são os mais afectados pelos diferentes fenómenos climáticos.

De acordo com o estudo, o sudeste asiático é a região mundial que concentra os maiores riscos relacionados com a água. No caso das cheias, o este e sudeste asiático enfrentam riscos crescentes, embora os Estados Unidos tenham os maiores níveis de exposição ao fenómeno. Por sua vez, a África subsariana é a única região do globo onde os riscos de água-não portável estão a subir. Mas é o norte de África que apresenta a maior percentagem de população em risco de escassez de água.

“A água é produtiva mas também pode ser destrutiva. Medidas eficazes para alcançar a segurança hídrica incluem uma combinação de investimentos em informação, instituições e infra-estruturas”, afirma David Grey, professor em Oxford e um dos autores do estudo, cita a Bloomberg.

O relatório, intitulado “Securing Water, Sustaining Growth”, é divulgado numa altura em que várias regiões mundiais sofrem com as incertezas hídricas. Várias cidades californianas estão sob restrição do uso de água devido à seca história que se prolonga por vários anos. No Chile, a região de Atacama sofreu recentemente a inundação mais severa dos últimos 80 anos e no Brasil, São Paulo enfrenta a pior seca das últimas oito décadas.

Foto: mmenzi / Creative Commons

UCRANIANA REGRESSA A CHERNOBYL 30 ANOS DEPOIS DE TER SOBREVIVIDO A DESASTRE NUCLEAR

Mäyjo, 29.06.15

chernobyl_aPrypyat mon Amour (2012)

Visto de cima

Mäyjo, 29.06.15

Glastonbury Festival

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Pilton, Somerset, Inglaterra

51.1485°N 2.7140°W

 

Pilton, Somerset, 

51,1485 ° N 2,7140 ° W

 

O Festival de Glastonbury terminou ontem em Pilton, Inglaterra.

O,  evento anual de música tem a duração de cinco dias e foi assistido por mais de 135.000 pessoas.

Um acampamento no local, para os festivaleiros mostra as barracas que vividamente pontilham a paisagem neste Overview.

A população de Pilton nos outros 360 dias do ano é de apenas 998 habitantes.

ANÓNIMO SAUDITA INSTALA FRIGORÍFICO NA RUA PARA ENTREGA DE SOBRAS PARA CARIDADE

Mäyjo, 29.06.15

Anónimo saudita instala frigorífico na rua para entrega de sobras para caridade

Um cidadão da cidade de Hail, na Arábia Saudita, encontrou uma ideia interessante de fazer chegar alimentos às pessoas que mais precisam e que muitas vezes têm vergonha de pedir. Assim, este anónimo instalou um frigorífico no seu bairro – mesmo em frente à sua casa – encorajando as pessoas com mais posses a deixarem refeições lá dentro.

A ideia chegou aos media internacionais quando o religioso saudita Sheikh Mohammad Al Araifi elogiou o acto na sua conta do Twitter, acrescentando-lhe uma foto: “Sempre disse que as pessoas de Hail são generosas. Um homem pôs um frigorífico em frente a casa para as sobras de comida; um acto indirecto de caridade para quem mais precisa”, explicou o religioso, citado pela BBC.

Segundo a Gulf News, a ideia foi bem recebida pelos seguidores de Al Araifi no Twitter. “A ideia deveria ser adoptada e todas a grandes mesquitas do país deveriam colocar frigoríficos para levar e distribuir comida”, disse um dos seguidores.

Ainda de acordo com a Gulf News, a ideia poderá ser exportada para o Bahrain já em Junho. “É um grande acto de caridade que pode fazer as pessoas felizes e satisfeitas. Há o factor comida, mas há também uma dimensão espiritual, sobretudo durante o mês sagrado em que as pessoas estabelecem grandes actos de caridade”, explicou um cidadão do Bahrein ao jornal.

AS FOTOS DE VIAGEM DO NATIONAL GEOGRAPHIC TRAVELER PHOTO CONTEST 2015

Mäyjo, 29.06.15

A Fotografia e a National Geographic (NG) andam de mãos dadas desde o nascimento da National Geographic Society, em 1888. Há vários anos que a revista desta sociedade norte-americana realiza o seu concurso de fotografia de viagem e 2015 não é excepção.

O National Geographic Traveler Photo Contest é um dos concursos mundiais de fotografia mais prestigiados e a 27ª edição, a deste ano, foi lançada a 7 de Abril.

Todos os anos, o concurso recebe milhares de fotografias de fotógrafos de todo o mundo que retratam desde os locais mais inóspitos, às tribos mais remotas ou à grande variedade da vida selvagem do planeta. Como já é habitual, o concurso deste ano inclui as categorias de Retrato de Viagem, Cenários, Sentido de Espaço, Momentos Espontâneos.

Veja aqui algumas das melhores fotos já submetidas a concurso.

National Geographic Traveler Photo Contest 2015

Um lista de trabalhos para férias

Mäyjo, 29.06.15

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O ano escolar terminou, as despedidas estão feitas e o tão esperado verão está aí. 

Li uma notícia sobre um professor italiano que ganhou fama na internet graças à lista de deveres nada convencional que deixou aos seus alunos para o verão. São tarefas peculiares que só podem ser executadas no verão, explicou o professor na entrevista ao portal Huffington Post, dado que este período é “mágico e especial”.

– Esta é uma fase da vida que nunca vai voltar e que deve ser vivida em plenitude, como um “pensamento romântico” irrepetível – finalizou.

 

Por isso aqui deixo uma tradução livre da lista para inspirar o teu verão:

  1. Pela manhã, caminha pela praia em total solidão, presta atenção ao reflexo do sol na água, pensa no que mais gostas na vida e sente-te feliz.
  2. Tenta usar todos os novos termos aprendidos este ano: quanto mais coisas dizes, mais coisas podes imaginar e quanto mais coisas podes imaginar, mais livre te sentirás.
  3. Lê tudo o que puderes.

Mas não porque tens que fazê-lo. Lê porque o verão inspira sonhos e aventuras e lendo sentir-te-ás como as andorinhas a voar. Lê porque é a melhor forma de rebelião que tens.

  1. Evita todas as coisas, situações e pessoas que te influenciam negativamente e te fazem sentir vazio: busca as situações desafiadoras e a boa companhia dos amigos que te enriquecem, que te entendem e que te apreciam pelo que és.
  2. Se te sentires triste ou com medo, não te preocupes: o verão, como todas as coisas maravilhosas, coloca a alma em tumulto. Tenta escrever um diário onde traduzas os teus sentimentos em palavras.
  3. Dança sem vergonha.

Na pista de dança ou em casa. O verão é uma dança e seria tolice não participares dela.

  1. Ao menos uma vez, vai ver o nascer do sol.

Permanece em silêncio e respira. Fecha os olhos e sente-te agradecido.

  1. Faz muito desporto.
  2. Se encontrares uma pessoa que te encante, diz-lho com toda a sinceridade e graça que és capaz.

Pouco importa se ele/ela vai perceber ou não. Se não perceber, é porque ele/ela não era o teu destino. De contrário, o verão 2015 será a grande oportunidade de caminharem juntos (se isso der errado, volta ao passo 8).

  1. Sobre as anotações das nossas aulas: para cada conceito, faz-te perguntas e reflete sobre o que desperta em ti.
  2. Sê alegre como o sol e indomável como o mar.
  3. Não digas palavras rudes e sê sempre educado e amável.
  4. Assiste a filmes com diálogos pungentes (preferencialmente em inglês) para melhorar as tuas habilidades linguísticas e a tua capacidade de sonhar. Não deixes que o filme se acabe com os créditos: revive-o enquanto dure o verão.
  5. Nos dias ensolarados ou nas noites quentes, sonha como pode e deve ser a tua vida. Enquanto dure o verão, reúne toda a força que necessites para não renunciar a isso que queres e faz todo o possível para perseguir este sonho.
  6. Sê bom.

O QUE ESTAMOS A FAZER AO NOSSO PLANETA?

Mäyjo, 29.06.15

A GPSO (Global Population SpeaK Out), um projecto da ONG internacional Population Institute fundado por John Feeney, activista e escritor ecológicos de Boulder, no Colorado, sabe o quão poderosa pode ser uma imagem.

Recentemente, o grupo publicou um livro – chamado Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot – cujo principal objectivo é “tornar milhões de pessoas imediata e visceralmente alertas para os perigos pelos quais passa o planeta”.

No livro, a escala de todo o mal feito por nós, humanos, ao Planeta é capturado por fotógrafos de todo o mundo. Estas sete imagens, publicadas pelo Good, são alguns dos exemplos usados pela GPSO para chamar a atenção de todos nós para o que resta do nosso planeta. Elas são suficientemente elucidativas?

 

É este o nosso Planeta

7.Cidade do México, México

A natureza vista por Peter Adams

Mäyjo, 29.06.15

 

Peter Adams é um dos mais reconhecidos fotógrafos da actualidade, sobretudo nos temas da natureza e viagens, quando a sua arte se conjuga com uma localização perfeita para fotografar – o céu – as imagens só podem ser de grande qualidade.

Adams capturou alguns dos mais famosos destinos do mundo a partir de pequenos aviões, helicópteros ou girocópteros, suficientemente perto para os reconhecermos e mas de um ângulo poucas vezes visto. Numa altura em que muitos usam drones para fotografar o filmar locais inóspitos, estas fotografias provam que a tecnologia ainda não bate a mão humana na procura pela melhor imagem.

Austrália, Estados Unidos, Islândia ou Espanha foram alguns dos locais sobrevoados e fotografados por Peter Adams.

Veja-os em baixo.

11.Glaciares da Islândia

QUANDO LOS ANGELES TINHA UMA ‘VENEZA DA AMÉRICA’

Mäyjo, 29.06.15

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Em Los Angeles, Califórnia, existe um bairro residencial chamado Veneza. O que pouca gente sabe é que esta Veneza americana foi no início do século XX muito semelhante à Veneza de Itália, com prédios e canais que muito faziam lembrar a original.

O bairro de Veneza foi maioritariamente desenvolvido por Abbot Kinney, empresário, que quis criar uma irmã gémea da cidade idade história italiana no coração de Los Angeles. A Veneza da América foi inaugurada a 4 de Julho de 1905. Inicialmente tinha sete canais distintos que criavam uma rede irregular de ligações com quatro ilhas. Três dos canais tinham nomes que evocavam os deuses mitológicos e o maior de todos, que conduzia a uma lagoa de água salgada foi chamado de ‘Grand Canal’.

O principal objectivo da construção de Kinney era evocar o charme da antiga Veneza mediterrânica, mas também resolver parte dos problemas de transporte da cidade com a criação de novos meios de circulação. Como é expectável, os turistas podiam visitar a Veneza da América a pé ou em gondolas que circulavam nos canais e onde se cantava em italiano. Os habitantes da zona podiam circular nos canais com as suas próprias gondolas e canoas.

Pouco depois de terem sido construídos os primeiros sete canais, foi construído um novo conjunto de seis canais mais pequenos a sul, que tinham ligação com o ‘Grand Canal’. De toda a rede de canais apenas estes últimos seis canais mais pequenos chegaram até aos dias de hoje.

Na década de 1920 os canais estavam poluídos, devido à fraca utilização. Os visitantes chegavam principalmente de carro, oposto ao que era esperado. Uma vez que a zona foi concebida para trânsito pedestre apenas, a Veneza da América tinha pouco estacionamento disponível e as estreitas ruas não eram compatíveis com os automóveis.

Embora os residentes se tenham oposto à mudança, em 1924 os líderes autárquicos e os comerciantes adaptaram a infra-estrutura de Veneza para acomodar carros. As duas vias que existiam para eléctricos foram alargadas e pavimentadas. A maior parte primeiros canais foi drenada, enchida e pavimentada, de forma a transforarem-se em estradas, escreve o Daily Mail.

No final de 1929, os sete canais originais da Veneza da América estavam completamente pavimentados.